Three Dancers in a Practice Room (1873) by Edgar Degas

Three Dancers in a Practice Room (1873) by Edgar Degas

 

Tudo que eu desejo uma calmaria dentro de mim, menos trovões, menos tempestades… Assim machuca menos as pessoas que eu amo. Não sei por que tenho essa facilidade. Uma facilidade infeliz, de demonstrar todo o meu descontentamento, toda a minha angústia, e derramá-los sobre os ombros que não tem nenhuma parcela de culpa sobre isso. E mesmo assim carregam de bom grado.
“- Desculpa?
-(faz que sim com a cabeça.)
- Mesmo eu te magoando no dia seguinte?
- Sim”
E assim eu descobri que o amor não faz sentido algum. Talvez faça somente para os que sentem.

Tudo que eu desejo uma calmaria dentro de mim, menos trovões, menos tempestades… Assim machuca menos as pessoas que eu amo. Não sei por que tenho essa facilidade. Uma facilidade infeliz, de demonstrar todo o meu descontentamento, toda a minha angústia, e derramá-los sobre os ombros que não tem nenhuma parcela de culpa sobre isso. E mesmo assim carregam de bom grado.

“- Desculpa?

-(faz que sim com a cabeça.)

- Mesmo eu te magoando no dia seguinte?

- Sim”

E assim eu descobri que o amor não faz sentido algum. Talvez faça somente para os que sentem.

 

Porque no fim das contas, você sabe o que realmente é importante na vida.

Porque no fim das contas, você sabe o que realmente é importante na vida.

 
Do you believe in love? Do you believe in destiny?
True love may come…Only once in a thousand lifetimes.

(Dracula - Iced Earth)

 

Eu gosto dos meus amigos, gosto das madrugadas frias de junho, gosto de olhares, de olhos que falam tanto sem nenhuma palavra ser pronunciada. Gosto do medo calado, do susto inesperado. Gosto de sol, mas aquele que faz cócegas na pele, não daquele que me queima. Gosto de amar, um amor mais sóbrio. Cada coisa, cada momento, cada detalhe de tudo e de todos. Gosto de ser insana, pois tudo que sinto e que faço não precisa ter o mínimo sentido. Desde que seja de graça.

Eu gosto dos meus amigos, gosto das madrugadas frias de junho, gosto de olhares, de olhos que falam tanto sem nenhuma palavra ser pronunciada. Gosto do medo calado, do susto inesperado. Gosto de sol, mas aquele que faz cócegas na pele, não daquele que me queima. Gosto de amar, um amor mais sóbrio. Cada coisa, cada momento, cada detalhe de tudo e de todos. Gosto de ser insana, pois tudo que sinto e que faço não precisa ter o mínimo sentido. Desde que seja de graça.

 
A fé às vezes faz uma virtude de não pensar.
 
Tem beijo que parece mordida, tem mordida que parece carinho. Tem carinho que parece briga, tem briga que aparece pra trazer sorriso. Tem riso que parece choro, tem choro que é por alegria. Tem dia que parece noite, e a tristeza parece poesia. Tem motivo pra viver de novo, tem o novo que quer ter o motivo. Tem aquele que parece feio, mas o coração nos diz que é o mais bonito.
O Teatro Mágico (via flordoabismo)
 
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